Quinta-feira, Julho 09, 2009

By Pedro Neschling

"Estava jantando com umas amigas e elas pediram um brownie. Fizeram aquela cara de mulher quando come brownie. Por melhor que seja, nunca vou conseguir fazer uma mulher ficar com essa cara. A gente nunca vai saber o que é dar esse prazer a vocês. Queria ser um brownie."

Em entrevista a revista TPM.

Não adianta dar o prazer de um brownie se for pra dar a dor de barriga de dez brownies depois. Essa proeza é realmente para poucos.

Segunda-feira, Julho 06, 2009

A dor e a delícia

Quem acora de manhã e enche os meus pulmões de ar sou eu.

Quem sente os teus calos apertarem nos teus lindos scarpins vermelhos não sou eu.

Eu só posso falar por mim, sentir as minhas próprias febres e viver os meus próprios delírios. E a minha opinião não vai jamais catar as borboletas que voam no teu estômago.

Não julgues a febre alheia nem tente curá-la.

"Cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é."

Quarta-feira, Junho 10, 2009

É que com você, cada dia é uma aventura

É mesmo? Então tá, tomarei por elogio...

Segunda-feira, Junho 01, 2009

Como fazer...

Pois é. O google tem uma ferramenta de sugestões para auto completar as pesquisas que fazemos. Eu queria descobrir como fazer uma coisa, acabei ficando curiosa pra saber o que o google ensina sobre como fazer sexo. Vou dizer, se eu já não soubesse tão bem como fazer (o básico, pelo menos) eu estaria fudida. No mal sentido.

Terça-feira, Maio 19, 2009

Em Roma...

Quando eu me mudei para os EUA, há quase quatro anos atrás, eu estranhei muitas coisas e não gostei de muitas coisas. Uma das coisas que mais me incomodava nos Americanos é o que eu apelidei de ser insincerely polite. Os americanos (ou devo dizer os Washingtonians?) têm sempre um interessa muito grande em você, e têm sempre um desejo muito grande que você tenha uma dia excelente, que se cuide, que tenha um fim de semana maravilhoso e que assim por diante. Eles sempre agradecem ao máximo, o goodbye deles é sempre super intenso. Embrulha o estômago de qualquer boa soteropolitana acostumada com a sinceridade alegre da nossa gente e incomoda qualquer boa curitibana, feliz com a frieza de seus conterrâneos, que se preocupam cada um com suas próprias vidas.

Acontece que depois de quatro anos em Washington, essa curitibana fria e grossa que passou cinco anos em Salvador e aprendeu a ser alegre como os baianos começa a ver no espelho o reflexo da insincerely politeness dos Washingtonians. E eu detesto isso. Há dias em que desligo o telefone e percebo em mim aquele tom quase que condescendente de quem precisa dizer algo nice, só pra ser legal. Eu, que nunca menti pra ser legal, a rainha do tenho-minha-opinião-formada-e-que-se-dane-quem-não-gostar. Mesmo nos anos de Bahia eu não mentia só prá ser legal.

Mas eu acredito que vale a máxima, em Roma, como os Romanos. O povo do sul daqui é mais sincero, os pólos se invertem quando no hemisfério norte. Eu sei é que eu to com saudade da grossura do meu povo do sul de lá, com saudade do calor do meu povo do nordeste de lá. Porque o povo do nordeste daqui, sinceremente, ninguém merece.

Well, you take care now and have a wonderful day!!!

Terça-feira, Abril 28, 2009

Eu não quero cantar prá ninguém

O meu espaço aqui é completamente anti-democrático e eu sou uma tirana. Isos significa que eu não estou interessada em comentários que tenham por objetivo parecer smart ass, profundos ou que tentem me fazer enxergar as coisas por uma perspectiva mais realista ou que merda seja. Eu estou num estado mental instável e eu tenho o direito. Se você pensar em postar um comentário dizendo o quanto eu tenho que ser forte, o quanto eu tenho que superar, ou o quanto esses problemas passam e eu vou rir deles, vá à merda. Pois é, nem um pouco friendly, mas sou eu, o espaço é meu e eu faço o que eu quiser. Porque eu estou falando isso? Porque eu não posso dizer isso na cara das pessoas que têm me tratado como uma idiota ingrata que não consegue enxergar a beleza da vida. Eu enxergo. Eu só estou um pouco indignada e preferindo ignorar por agora. É um direito que me cabe quando. Se o Prozac não melhorou a siatuação, não vai ser um comentário cretino de um amigo que vai. Tenho dito.
ps: eu acabei de dizer o porquê desse post (esse porquê ainda tem acento?) portanto não me pergunte porque eu escrevi isso.

Segunda-feira, Abril 20, 2009

Desigualdade social canina

Uns com tanto.

Outros com tao pouco.
© 2006 Neurótica